19/11/2009

Ponto pro Maurício!

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Maurício de Souza, mais uma vez, mostra que está preocupado com a igualdade social. Já colocou nos seus quadrinhos um cadeirante, um deficiente visual e agora põe um homossexual, o Caio, melhor amigo da Tina.

Tá rolando o maior bafafá por causa disso e eu ainda tô tentando entender por que. Acho que o Maurício foi bem claro ao explicar que o personagem faz parte da revista Tina, que é voltada ao público jovem-adulto, e não da revista A Turma da Mônica, que é para as crianças. Se algum pai não se agrada da ideia de que o filho leia a revista (vai que a criança queira essa e não a destinada à sua idade) é só não comprar, pois, pelo que eu saiba, quem paga pelas revistinhas não são os pequenos né?!

Eu, particularmente, achei super conveniente a inserção do personagem. Isso porque é justamente nessa idade que os homossexuais que estão se descobrindo ficam mais confusos e com medo de se aceitarem devido ao preconceito. Acho bom pra eles e pros heterossexuais pra que se quebrem de vez os preconceitos. Já estamos em 2009, e pra quem não se acostumou com a diversidade sexual ainda, só tenho a dizer "é uma pena". E digo mais, quanta polêmica por coisa idiota né? Primeiro a Geyse (Por que simplesmente não a ignoraram? Era só mais uma vagabundinha querendo se aparecer. Se a ignorassem ela não apareceria tanto quanto queria.) e agora polêmica por uma decisão acertada? Ah, fala sério...

18/11/2009

Quente, Frio.

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O despertador não tocou. Estou 20 minutos atrasada. Como se não bastasse, enguiçou o carro. No ponto de táxi, devido à chuva torrencial em pleno verão escaldante de fevereiro, não há um só veículo pra me socorrer. Agora, o ônibus se arrasta aos trancos e barrancos. Devo ter levantado com o pé esquerdo.

De volta pra casa, pela janela entra uma brisa que me faz lembrar do inverno. Coberta e tomando café, a saudade de uma noite fria me faz amar as pequenas coisas da vida e crêr que pra que ela não esfrie, basta que, mesmo em dias quentes, eu a aqueça e deixe apenas o vento assoprá-la.

17/11/2009

Até 2012 endividada e sem peso na consciência

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Após assistir 2012 no Cinema (e gostar muito - principalmente da ideia das arcas modernas), fiquei com um certo aperto no coração pensando no que eu faria se o mundo realmente acabasse em 2012. Claro que pensei que eu aproveitaria ao máximo minha família, meus amigos e meu namorado, e que usaria todo o tempo livre pra beijá-los e abraçá-los dizendo o quanto eu os amo. Mas também pensei numa outra coisa que eu faria com imenso prazer. Bom, eu trataria de me endividar muito. Compraria de tudo pra mim e pra minha família a fim de satisfazer nossos anseios consumistas. E mais, faria tudo no cartão de crédito, estourando meu limite e sem nem pensar na possibilidade de pagar as dívidas. Afinal, a maioria dos pensadores atribui o fim do mundo ao materialismo da sociedade contemporânea. Sendo assim, se é pra morrer como punição pelo consumismo exacerbado, que eu morra cheia de coisas que adoro ao lado das pessoas que amo e INADIMPLENTE!

15/11/2009

Feliz Ano Velho!

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O ano está acabando, infelizmente, rápido demais, novamente... Mas, felizmente, foi um ano muito bom pra mim. Fortaleci uma amizade improvável que me faz muito bem, reencontrei grandes amigos dos quais a incompatibilidade de agendas havia me afastado e valorizei mais ainda uma relação desacreditada por muitos. Usei e abusei do meu tempo como nunca, o que me gerou mais manchas arroxeadas em volta dos meus olhos, devido às poucas horas dormidas. Me explorei ao máximo em busca de aperfeiçoamento. Não perdi uma chance de me aprimorar nas áreas que eu mais gosto.

Mas nem tudo foi como eu queria. Queria ter cumprido as promessas que fiz de achar um tempinho prum amigo aqui outro acolá. Queria que alguns não fossem tão desatentos com a amizade que ofereço e lembrassem mais de mim. Mas tudo bem, cada um sabe o que faz e eu já tô carregada demais pra guardar rancor de pequenas falhas alheias em relação a mim. Descuido deles. E como tudo tem um lado positivo, aprendi que nem sempre sou eu que tenho que ser a atenta e boazinha.

No mais, valeu a pena! E espero que o ano que vem me traga dias tão bons quanto os que vivi esse ano. E como na vida a culpa pelas coisas boas e ruins da nossa vida quase sempre é dos outros (com o empurrãozinho nosso, é claro), só tenho a dizer obrigado aos outros que me fizeram tão bem esse ano.