Meu maior arrependimento, na verdade, é ter evitado me arrepender. Vou tentar me explicar. Não existe uma atitude da qual eu tenha me arrependido pra vida toda. Posso ter me arrependido na hora, mas foi coisa de momento, depois passou. Sendo assim, me arrependo de temer o resultado das minhas escolhas. 21/07/2009
Eu me arrependo de ter medo de me arrepender.
Meu maior arrependimento, na verdade, é ter evitado me arrepender. Vou tentar me explicar. Não existe uma atitude da qual eu tenha me arrependido pra vida toda. Posso ter me arrependido na hora, mas foi coisa de momento, depois passou. Sendo assim, me arrependo de temer o resultado das minhas escolhas. 20/07/2009
Em meio a gente chata e seus assuntos, me sinto realmente importante e inteligente.
Recentemente descobri mais uma característica minha. EU FUJO DAS PESSOAS. Calma, calma. Não fujo de todas, só de algumas em especial. Os motivos variam. Vão de trágicos a cômicos.Enfim...o caso mais recente trata de uma pessoa de quem literalmente me escondo. Sabe aquela pessoa com quem tu não tem vontade de trocar nem um bom dia. Não porque seja má pessoa, mas porque é uma mala de pessoa. Estar um minuto com aquela pessoa, parece uma eternidade. E uma eternidade indesejada.
04/07/2009
Faculdades de Jornalismo são de extrema importância para a formação do profissional, sim!!!
Tenho que concordar que ao fazer meus três primeiros semestres de faculdade na Unisinos não aprendi muita coisa, exceto na cadeira de Introdução ao Jornalismo, onde fui introduzida às teorias de cada técnica e veículo jornalístico. Após isso, seguiram-se várias e várias teorias chatas que quase me fizeram desistir do Curso. Isso porque, na minha concepção, Jornalismo se aprendia mais na prática do que na teoria, e aquilo não estava acontecendo ali.
Mesmo assim, antes de tomar a decisão de trocar de curso, decidi olhar a grade curricular do curso de Jornalismo que estava abrindo no IPA. Como ex-estudante do colégio Americano e apreciadora de seu ensino, eu já nutria um certo carinho pela Rede Metodista e, após olhar a grade, fiquei surpresa ao ver que cada semestre enfatizava um veículo de comunicação e que havia muita prática através de projetos experimentais, como eu desejava. Decidi me transferir para o IPA e não me arrependo até hoje.
Apesar de pouco conceituado em comparação à Unisinos, o IPA fez renascer em mim a paixão pelo Jornalismo. Não pensem que tenho alguma ligação com a faculdade e que estou puxando o saco. Assim como quaisquer outros alunos, eu pago a caríssima mensalidade (que inclusive deveria baixar com a derrubada do diploma) e sofro todo mês quando aquele dinheirinho sai da minha conta. Estou falando dela, pois, ao contrário do que David fala em sua coluna, no IPA eu tive e tenho ótimos professores e o conteúdo é sim um forte da faculdade.
Não enchemos cadernos com textos. Não mesmo! Por sinal, quase nenhum aluno tem caderno por lá. Isso porque ficamos em constante movimento produzindo matérias pra rádio, tv, impresso ou web. Sendo assim, aprendemos agindo e não trancados em uma sala de aula. Não é coneúdo escrito, mas, com certeza, é de alta qualidade e bem mais enriquecedor na nossa área.
Talvez a imagem que o David faz da PUC não corresponda à atualidade. Talvez ela tenha sido insatisfatória somente em sua época. Mas como não estudo lá, não posso falar, entretanto convido os meus colegas de lá a falarem sobre isso.
David ainda afirma que "Fazer faculdade não transforma aluno em profissional". Como assim não? Por que então estaríamos, nós alunos, professores e jornalistas, fazendo protestos em repúdio a derrubada do diploma? Se na PUC não se faziam profissionais no seu tempo, eu lamento.
Mas por favor, em meio ao sentimento de raiva e desolação de milhares de alunos de Jornalismo, fazer uma afirmação dessas é no mínimo um desrespeito. Fica aqui meu manifesto de insatisfação com a coluna de David dessa sexta, compartilhado por vários dos meus colegas com quem conversei.
27/06/2009
Mais que educação, inspiração.
Tive ótimos professores no colégio assim como na faculdade. Alguns foram de extrema importância pro meu crescimento pessoal, outros pro profissional, mas um, em especial, me marcou pelo amor e dedicação àquilo que faz e me inspira até hoje, pois fez com que suas paixões virassem as minhas também. 16/06/2009
Pautas Capricho (2 em 1)
huva, que a sombrinha vira, que você se atrasa pra uma entrevista de emprego, que o namorado dá um baita fora contigo e que a amiga te decepcionou? Difícil achar algo que melhore seu humor né? Um chocolate, uma cerveja com outros amigos, umas comprinhas no shopping, uma boa festa? Pode ser. Eu diria que todos esses fatores ajudariam a melhorar meu dia. Mas nenhum seria melhor do que a companhia da minha família. Coisa boa chegar em casa e comer uma comidinha feita pela minha mãe, e sentar no sofá com minha cadela no colo pra ver a novela ou um filme, enquanto converso com meus pais e meu irmão. Isso tudo enfiada no meu pijama de coração com minha pantufa de coelho nos pés. O aconchego da minha casa e a companhia da minha família são o antítodo perfeito pra minha fossa.13/06/2009
Governadora sanciona Lei da Solidariedade
Após a sanção, a Governadora declarou que há necessidade de o poder público dar o exemplo para o restante da população, mostrando o quanto a solidariedade é importante para a construção de uma sociedade mais digna. A aprovação unânime na Assembléia Legislativa anteriormente também serviu como pedido de desculpas aos eleitores diante dos sucessivos casos de irregularidades cometidas por deputados há bem pouco tempo.
Utopia? Talvez. Mas como diria John Lennon, “o sonho não acabou”. A reportagem que eu gostaria de ter feito, ainda não foi feita. Mas quem sabe, quando eu me formar, eu tenha o prazer de atrair muitos leitores mesmo que a reportagem impactante não seja trágica, e sim feliz, mas não menos chocante. E quem sabe, até lá, algum político entenda porque está onde está e pra quê. E quando esse dia chegar, talvez seja o Rio Grande do Sul o maior exemplo pro resto do país. E assim poderemos cantar ainda com mais orgulho: “sirvam nossas façanhas de modelo a toda terra”. Fica aqui minha sugestão. Talvez o governo mude até isso acontecer. Ou talvez nem aconteça. Mas acreditar não faz mal a ninguém.
11/06/2009
Mariazinha, Mari, Maria e Dona Maria.
Mariazinha pula corda com as colegas no recreio. Mariazinha dorme na Verinha na sexta à noite pra ver um filme. Mariazinha já é Mari pras amigas do clube. Mari beijou na boca na festa junina do colégio. Mari perdeu a virgindade na viagem da praia. Mari virou Maria. Casou, separou, é tia e mãe. Virou vó e aposentada e agora é Dona Maria. Ficaram pra traz Mariazinha, Mari e Maria. Dona Maria considera o novo nome mais digno do que ela se tornou. Pra ser chamada de Dona antes de ser chamada de Maria é porque estranhamente fizera jus ao seu nome ao longo da vida.




